A Espinha Bífida é a defeciência de fechamento do arco posterior de certas vértebras com uma exposição das meninges (meningocele) ou da medula espinal (mielomeningocele). A causa é ainda desconhecida; constata-se por vezes um carácter familiar.

Epidemiologia da Espinha Bífida

É uma das mais graves malformações neurológicas compatíveis com a vida.

Quais os sinais e sintomas da Espinha Bífida

O diagnóstico pode ser antenatal por ecografia. À nascença, verifica-se a existência de uma tumefacção mediana, dorsal, lombar ou lombossagrada que se estende ao longo de 3 a 6 segmentos vertebrais. Podem verificar-se sinais neurológicos a montante, dependendo da forma e da gravidade.

Forma de diagnóstico da Espinha Bífida

Compreendem as radiografias e o snanner. É igualmente necessária uma avaliação urinária e renal.

Evolução, Complicações e Prognóstico da Espinha Bífida

A evolução é marcada pelos riscos de paraplegia, de hidrocefalia, de bexiga neurológica com repurcussão renal e de complicações ortopédicas. Apesar do tratamento, a mortalidade é elevada ( por complicações infecciosas) e as sequelas amiúde consideráveis.

Tratamento da Espinha Bífida

É cirúrgico por fecho da brecha e colocação de uma derivação em caso de hidrocefaleia.

Prevenção: Espinha Bífida

Em caso de disgnóstico antenatal, será proposta uma interrupção da gravidez. É necessária uma vigilância da função renal de vendo as infecções renais ser rapidamente tratadas.

 

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